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30 de novembro de 2012

Temperinhos organizados

Essa dica é boa pra quem foi no meu casamento e voltou pra casa cheio de potinhos de geleia!
(Lógico que quem não foi ao meu casamento pode fazer o mesmo. É só ter potinhos fofos de vidro dando sopa!)

Eu costumava guardar aqueles saquinhos de tempero desidratado nesse suporte que fica em cima da pia pra ter tudo sempre a mão e lembrar de usar. O problema é que os saquinhos são horrorosos, né? E ficam mais feios ainda quando a gente usa aquele belo pregador de roupa pra fecha-los! rs

Foi aí que eu tive essa ideia!
Coloquei os temperinhos dentro dos potinhos e escrevi o nome de cada um com caneta de cd mesmo. Mas se vc for mais fofo/prendado fica massa fazer umas etiquetas bonitinhas!
Como o potinho é pequeno ainda sobrou tempero em alguns saquinhos, mas aí eu vedei bem e guardei na despensa.

Se vc não tem tantos potinhos quanto eu pode ir em qualquer loja especializada em embalagens e comprar mais. É baratinho.



12 de novembro de 2012

Soluções para apartamento alugado: cozinha

Desde que fui morar no nosso primeiro apê minha filosofia é: essa é minha casa de verdade até o último dia de contrato. Não vou deixar de pintar/furar uma parede porque vai dar trabalho na hora de entregar o apê pro proprietário. Todas as mudanças não-permanentes (e permitidas em contrato) serão feitas se eu achar que servirão pra eu realmente me sentir em casa (e não vivendo no apartamento de dr. Gilmar rs).

Infelizmente, essa primeira dica pra apartamento alugado eu queria não ter que dar!
Explico: meu apê não tem armários. Nenhum. Não tem guarda-roupas embutido? Beleza. Não tem armário debaixo da pia dos banheiros? A gente sobrevive! NÃO TEM ARMÁRIOS NA COZINHA!! SOCORRO, ONDE VOU COLOCAR MINHAS PANELAS?!!??! Foi quase um motivo pra desistir do apê, mas as outras opções eram piores.
Até conversei com o proprietário sobre eu colocar armários e ele ir descontando do aluguel. Ele não aceitou. E eu até entendo! O preços desses móveis planejados beiram o absurdo, não compensaria financeiramente pra ele. :(

Então, tive que me virar nos 30, né? Uma das primeiras compras que fiz pra minha casa foi na Etna (amor verdadeiro, amor eterno). Foi uma compra grande (de faca de legumes a tapete), já que não tinha nadica em casa. Já conhecia essas sapateiras de madeira, pois já as tinha visto em outros blogs sendo usadas de várias maneiras e na hora que tava lá na loja caiu a ficha de que elas poderiam quebrar um galho na cozinha enquanto eu não tivesse uma solução melhor.

Se forem na Etna, comprem uma dessas!
É melhor que Bombril, 1002 utilidades.
Olha as sapateiras aí, aguentando minhas panelas e louças!
Foi um paliativo. O grande problema é que elas eram muito estreitas, cabia pouquíssima coisa. Aí haja guardar travessa dentro do forno, em cima da geladeira... 
Quebrei minha cabeça em busca de uma solução mais definitiva que fosse barata. E aí tive a ideia de fazer um "nicho gigante"! Um móvel que comportasse TUDO, mas que pudesse ser utilizado depois pra outro fim, caso eu me mude pra um apê que tenha armário...
Minha primeira ideia era fazer tudo sozinha. Fui numa madeireira, comprei uma folha de compensado de 12mm (sem revestimento, a mais barata de todas) e 6 pés de plástico "cromados". O funcionário da madeireira cortou a folha nos pedaços que eu ia precisar, teoricamente seria só colar e bater uns preguinhos.

MAAASSSS, quando eu vi aquele monte de pedaços de compensado no carro bateu um medo! Eu definitivamente não ia desenrolar de fazer aquilo sozinha (era pesado e grande demais)! No desespero de achar alguém que fizesse o serviço baratinho, encontrei uma lojinha bem pertinho da minha casa que faz móveis por encomenda. O rapaz me cobrou 80 reais pra fazer o serviço (com materiais inclusos) e o melhor: ele forrou o compensado com um tipo de adesivo vinílico fosco. Ou seja, a madeira que era crua ficou branquinha.

Tudo num lugar só.
Até minhas lindas taças bico de jaca que ficavam guardadas numa caixa de papelão!
Paraíso! rs
O resultado final ficou exatamente como eu esperava!! Coube tudo mesmo!
Só minha 'despensa' que ainda precisa melhorar (essas prateleiras de plástico são super vagabundas, ficam entortando com o peso das coisas).
Fiquei super feliz com o resultado. E contando com todo o material+mão de obra, gastei menos de R$ 200,00.




15 de abril de 2011

Na cozinha

No momento, eu posso dizer que estou vivendo a fase test drive do que seria um casamento de verdade. Vivendo temporariamente numa cidade diferente onde eu não conheço ninguém e não tenho obrigações muito honradas como freqüentar uma faculdade, meu dia-a-dia se resume a decidir o que vou cozinhar pro almoço, administrar as compras de supermercado, deixar a casa minimamente habitável e com cara de lar mesmo sem poder fazer intervenções na decoração do ambiente. Coisas assim.

Por causa dessa nova rotina que tomou conta da minha vida eu descobri um cômodo que antes só freqüentava esporadicamente: A COZINHA! :O

Comecei timidamente, cozinhando mal e morrendo de medo de enfrentar as panelas (e de me envergonhar perante Dudu, mesmo ele sendo tão compreensivo e fofo). Mas depois de um tempo encarando o medo e seguindo em frente, a segurança vem chegando de mansinho. E quando você vê já cozinhou um feijão digno de Mari.

Hoje eu vejo que pra cozinhar ter segurança é mais importante que qualquer coisa. Se você começa a acreditar que pode dominar os ingredientes e as panelas, que a coisa toda realmente não é um bicho de sete cabeças, não deixa que o medo de fazer merda te domine. E aí fazer merda se torna um perigo mais distante... Veja bem, eu não era uma retardada que não fritava nem ovo. Eu fazia umas coisinhas de vez em quando. Mas comida de verdade, do dia-a-dia, com aquele temperinho caseiro gostoso, eu achava que nunca conseguiria fazer.

Depois desse relato emocionado, deixo aqui as fotos de algumas comidinhas bestas, porém gostosas, que consegui fazer com muito amor e suor (Dudu fica tão surpreso com o fato de que em tão pouco tempo eu esteja cozinhando dignamente que sempre tira foto dos pratos!).


  1. Feijão da dignidade acompanhado de arroz, peixe com tomate frito e a farofa de jerimum que Camila me ensinou;
  2. Moqueca de camarão, facílima e deliciosa;
  3. Croque Monsieur, lanchinho rápido e gostoso com uma saladinha;
  4. Lasanha bolonhesa, só pra gente ficar bem gordos (foi muita emoção fazer carne moída direito pela primeira vez na vida!);
  5. Filé de merluza “empanado” no molhinho de mostarda e ervas, acompanhado de um macarrão básico com molho de tomate de verde (sem nenhum pingo de extrato);
  6. Galinha de forno, a melhor que já comi na vida.